Todos somos Camões

    Canto 10, Estrofe 44

    "Nem tu menos fugir poderás deste,
    Posto que rica e posto que assentada
    Lá no grémio da Aurora, onde nasceste,
    Opulenta Malaca nomeada.
    As setas venenosas que fizeste,
    Os crises com que já te vejo armada,
    Malaios namorados, Jaus valentes,
    Todos farás ao Luso obedientes."