Todos somos Camões

    Canto 4, Estrofe 41

    "Muitos também do vulgo vil sem nome
    Vão, e também dos nobres, ao profundo,
    Onde o trifauce Cão perpétua fome
    Tem das almas que passam deste mundo.
    E porque mais aqui se amanse e dome
    A soberba do amigo furibundo,
    A sublime bandeira Castelhana
    Foi derribada aos pés da Lusitana.