Todos somos Camões

    Canto 4, Estrofe 29

    "Quantos rostos ali se veem sem cor,
    Que ao coração acode o sangue amigo!
    Que, nos perigos grandes, o temor
    É maior muitas vezes que o perigo;
    E se o não é, parece-o; que o furor
    De ofender ou vencer o duro amigo
    Faz não sentir que é perda grande e rara,
    Dos membros corporais, da vida cara.