Todos somos Camões

    Canto 6, Estrofe 6

    As ondas navegavam do Oriente
    Já nos mares da Índia, e enxergavam
    Os tálamos do Sol, que nasce ardente;
    Já quase seus desejos se acabavam.
    Mas o mau de Tioneu, que na alma sente
    As venturas, que então se aparelhavam
    A gente Lusitana, delas dina,
    Arde, morre, blasfema e desatina.