Todos somos Camões

    Canto 10, Estrofe 103

    "Olha da grande Pérsia o império nobre,
    Sempre posto no campo e nos cavalos,
    Que se injuria de usar fundido cobre
    E de não ter das armas sempre os calos.
    Mas vê a ilha Gerum, como descobre
    O que fazem do tempo os intervalos,
    Que da cidade Armuza, que ali esteve,
    Ela o nome despois e a glória teve.