Todos somos Camões

    Canto 2, Estrofe 66

    Neste tempo, que as âncoras levavam,
    Na sombra escura os Mouros escondidos
    Mansamente as amarras lhe cortavam,
    Por serem, dando à costa, destruídos;
    Mas com vista de linces vigiavam
    Os Portugueses, sempre apercebidos.
    Eles, como acordados os sentiram,
    Voando, e não remando, lhe fugiram.