Todos somos Camões

    Canto 7, Estrofe 78

    Um ramo na mão tinha... Mas, ó cego!
    Eu, que cometo insano e temerário,
    Sem vós, Ninfas do Tejo e do Mondego,
    Por caminho tão árduo, longo e vário!
    Vosso favor invoco, que navego
    Por alto mar, com vento tão contrário,
    Que, se não me ajudais, hei grande medo
    Que o meu fraco batel se alague cedo.