Todos somos Camões

    Canto 2, Estrofe 10

    Mas aquele que sempre a mocidade
    Tem no rosto perpétua, e foi nascido
    De duas mães, que urdia a falsidade
    Por ver o navegante destruído,
    Estava numa casa da cidade,
    Com rosto humano e hábito fingido,
    Mostrando-se Cristão, e fabricava
    Um altar sumptuoso, que adorava.