Todos somos Camões

    Canto 8, Estrofe 67

    "Porque, se eu de rapinas só vivesse,
    Undívago, ou da pátria desterrado,
    Como crês que tão longe me viesse
    Buscar assento incógnito e apartado?
    Por que esperanças, ou por que interesse
    Viria exp’rimentando o mar irado,
    Os Antárcticos frios, e os ardores
    Que sofrem do Carneiro os moradores?