"Porque, se eu de rapinas só vivesse,
Undívago, ou da pátria desterrado,
Como crês que tão longe me viesse
Buscar assento incógnito e apartado?
Por que esperanças, ou por que interesse
Viria exp’rimentando o mar irado,
Os Antárcticos frios, e os ardores
Que sofrem do Carneiro os moradores?