Todos somos Camões

    Canto 1, Estrofe 48

    Co'os panos e co'os braços acenavam
    As gentes Lusitanas, que esperassem;
    Mas já as proas ligeiras se inclinavam
    Para que junto às ilhas amainassem.
    A gente e marinheiros trabalhavam,
    Como se aqui os trabalhos se acabassem;
    Tomam velas; amaina-se a verga alta;
    Da âncora, o mar ferido, em cima salta.