Todos somos Camões

    Canto 3, Estrofe 14

    "Logo os Dálmatas vivem; e no seio,
    Onde Antenor já muros levantou,
    A soberba Veneza está no meio
    Das águas, que tão baixa começou.
    Da terra um braço vem ao mar, que cheio
    De esforço, nações várias sujeitou,
    Braço forte, de gente sublimada,
    Não menos nos engenhos, que na espada.